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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Passeri
Parvordem: Passerida
Família: Icteridae
 Vigors, 1825
Subfamília: Agelaiinae
 Swainson, 1832
Espécie: P. guirahuro

Nome Científico

Pseudoleistes guirahuro
(Vieillot, 1819)

Nome em Inglês

Yellow-rumped Marshbird


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Chupim-do-brejo

O chupim-do-brejo (Pseudoleistes guirahuro) é uma ave passeriforme da família Icteridae. Também conhecido por pássaro-preto-do-brejo, dragão-do-brejo, melro-amarelo, melro-d’angola, melro-mineiro, melro-pintado-do-brejo ou mesmo pássaro-preto-soldado.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) pseudos = falso; e lëistës = ladrão, referente ao gênero Leistes (Vigors, 1825); e do (guarani) güirahúro = preto e amarelo. ⇒ Falso Leistes preto e amarelo. “Tordo guirahuró” de Azara (1802–1805) (Pseudoleistes).

Características

Mede entre 25 e 25,5 centímetros de comprimento e pesa entre 82 e 91 gramas.
É uma ave de canto melodioso, que é um assobiar forte. Dragona, uropígio, barriga e lado inferior das asas amarelos, bico preto e pontiagudo, tornam fácil sua identificação. Possui o olho anegrado.

ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

Subespécies

Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(IOC World Bird List 2018; Aves Brasil CBRO 2015).

Alimentação

Alimenta-se de grãos e sementes que encontra nos brejos, além de sementes que são encontradas no solo de roças como milho, soja e outras variedades. Pode ser visto revirando as fezes de animais como equinos e bovinos em busca de alimento.

Reprodução

A nidificação ocorre geralmente em colônias, em áreas úmidas, e ocorre com maior frequência duas vezes por temporada de reprodução. A fêmea constrói o ninho, este é colocado a baixa altura, pendurado em plantas ou ramos baixos. O ninho, em forma de copo aberto e profundo, é feito de vegetação úmida e lama, sem guarnição interior. A fêmea coloca entre 3 e 5 ovos brancos com manchas vináceas. A incubação é efetuada pela fêmea e, durante esse período, o macho faz visitas periódicas trazendo comida. Os filhotes são alimentados por ambos os pais e deixam o ninho após 12 a 15 dias, mas permanecem no grupo familiar por algumas semanas. Os pais frequentemente são auxiliados por componentes do grupo familiar, que fornecem comida para fêmeas e jovens e ajudam a defender o ninho. Em Bariri-SP, presenciamos um chupim-do-brejo cuidando de um chupim, caso de parasitismo (Observação pessoal, João de Almeida Prado).

Hábitos

Quando o bando muda para outro local, costumam cantar em voo. Vivem nos brejos, nas várzeas com capim alto, quase sempre em bandos. É frequente alguns indivíduos cantarem juntos, pousados a um palmo de distância uns dos outros. Podem, em algumas épocas do ano, frequentar comedouros onde há oferta de quirera de milho (Observação pessoal, João de Almeida Prado).

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Distribuição Geográfica

Ocorre no sul do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Referências

Consulta bibliográfica sobre as subespécies:

Galeria de Fotos